A valorização do esporte feminino no Brasil.
Enviada em 27/07/2020
O Decreto-Lei 3199 de 1941 não permitia às mulheres a prática de desportos contrária à sua natureza.Otrossim,citadas como mascotes, musas e turistas,o seu ofício de esposa,mãe e provedora do lar eram as justificativas para impedí-las de tais atividades.Finalmente,em 1979,a anulação dessa ordem concedeu a elas realizar todas as modalidades esportivas.Mas,consideradas a mácula de uma espaço histórico de usufruto masculino,as competidoras brasileiras de auto rendimento são obrigadas a tolerar problemas com preconceito de gênero.
A princípio,em harmonia com Pierre de Frédy,Barão de Coubertin,às mulheres cabiam apenas procriar e não competir.Igualmente,a histótia das Olimpiadas,e também na contemporaniedade,a segreção no desporto é uma realidade para o sexo considerado frágil.Anteriormente,em Atenanas,os jogos da antiguidade não permitia a presença de competidoras e espectadoras,sob sanção de morte.Com efeito,a justificativa era evitar danos fisiológicos ao corpo delicado feminino devido a região montanhosa de onde eram realizados os jogos.Além disso, tal qual os atuais,as competições só davam visibilidade aos vencedores consoante os ideais de força,atributos que acreditavam se peculiar somente ao sexo masculino.
Em segundo lugar,o poeta grego Homero um dia afirmou ser o herói um homem guerreiro, habilidoso e superior à todos.Da mesma forma,os atletas,da sociedade atual,são os modelos de indivíduos quase perfeitos.Por isso,em 1896 na Grécia, a participação feminina foi broibida na primeira edição dos jogos Olímpicos da Era Moderna,por Coubertin.Entretanto,durante todo o século XX,mediante lutas pela inclusão,elas conquistaram o direito de participar dos jogos esportivizados,expondo o seu empoderamento e liberdade.Assim,as relações de gênero que afetam as modalidades esportivas, tornaram-se importantes no mundo todo,chamando a atenção de instituições renomadas como a ONU,que incluiu essa pauta nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável(ODS) até 2030,no qual o Brasil é um Estado menbro.
Diante disso,a fim de erradicar o preconceito de gênero do esporte feminino no país,o Ministério da Cidadania deve criar projetos que amplie a ascenção da mulher nos meios desportivos através de palestras e rodas de debates com material didático na companhia de pessoas envolvidas na ária.Isso deve ocorrer nas aulas de filosofia e sociologia do ensino médio,com a intenção de quebrar estereótipos preconceituosos e tornar os jovens mais tolerantes,oferecendo notoriedade a essa causa.Afinal,de acordo com o ativista Martin Luther King Jr.,toda hora é hora de fazer o que é certo.