A valorização do esporte feminino no Brasil.

Enviada em 21/07/2020

Garra feminina

Marta Viera da Silva, brasileira e jogadora de futebol ganhou seis vezes o título de melhor do mundo e é considerada a melhor artilheira da história da seleção brasileira, entre homens e mulheres. Todavia, mesmo com títulos e medalhas, o esporte feminino não é valorizado no Brasil, devido a estrutura machista da sociedade. Dessa forma, faz-se imprescindível reconhecer e apoiar o esporte feminino a fim de alcançar a equidade de gênero no país.

Em primeira análise, a Constituição brasileira de 1988 assegura o direito ao esporte para todos. Entretanto, atletas femininas encontram obstáculos em sua carreira esportiva, como a diferença salarial entre homens e mulheres e a falta de incentivo governamental, insatisfação marcada pela campanha “goequal” que visa desfazer as divergências relacionadas ao gênero, sobretudo no esporte. Dessa maneira, mostra-se urgente apoiar o atletismo feminino a fim de equiparar os gêneros no esporte.

Outrossim, na Grécia Antiga, as mulheres não participavam das Olimpíadas por não serem consideradas aptas para praticar esportes. Essa conjuntura machista reflete atualmente, no Brasil, quando a desvalorização do esporte feminino impede que as mulheres alcancem seus objetivos como atleta. Nesse viés, nota-se a necessidade de valorizar práticas esportivas femininas no país, com objetivo de desmitificar a superioridade masculina presente na sociedade e garantir a equidade de gênero.

Em suma, verifica-se que é necessário valorizar o esporte feminino para que a equidade de gênero seja alcançada. Sendo assim, compete ao Ministério da Cidadania criar campanhas para apoiar a valorização do esporte feminino, por meio da atividade midiática, como comerciais e propagandas, afim de assegurar a equidade de gênero e desmitificar a superioridade masculina no esporte. Desse modo, mulheres que sonham em ser atletas serão reconhecidas e terão o suporte necessário, assim como a melhor artilheira da seleção brasileira, Marta.