A valorização do esporte feminino no Brasil.

Enviada em 16/07/2020

“Desde pequena muito preconceito, aquele papo futebol não é pra mulher, mas aprendi a dominar no peito, pôr no chão e responder com a bola no pé” a música de Cacau Fernandes e Gabriela Kivitz retrata o machismo enraizado na sociedade. Nesse sentido, no século XXI, no Brasil, a valorização do esporte feminino enfrenta dificuldades no qual ocorre, evidentemente, a desigualdade de gênero e a falta  de recursos público.

Preliminarmente, infere-se que a sociedade é um fomentador para ocorrência dessa problemática. Nessa perspectiva, no filme “Mulan”, a protagonista deseja tornasse uma guerreira para impedir que sei pai doente seja convocado para a guerra, no em tanto, apenas homens podiam fazer parte do exército, dessa forma, Mulan arruma-se com trajes masculinos, ingressa no exército e tem um papel essencial na vitória do seu povo. Sob esse ângulo, conforme o portal de noticias G1, cerca de 40% das mulheres na indústria do esporte já sofreram algum tipo de discriminação de gênero. Logo, percebe-se que sexismo anexado no corpo social, assim como no filme, a dificulta a resolução dessa problemática.

Outrossim, é inegável a exiguidade do incentivo ao esporte pelo Estado. Dessarte, no ano de 1941, o presidente vigente na época, Getúlio Vargas, sancionou o decreto 3.195, que proibia ás mulheres a prática de esporte consideradas incompatíveis com as condições femininas. Dessa forma, conforme o portal de noticias o Globo,  atletas do futebol feminino lutam contra a falta de oportunidades no esporte. Nesse sentido, o acontecimento contribuí para que o esporte feminino seja pouco valorizado.

Em vista dos fatos elencados, é necessário a solução dessas dificuldade. Portanto, é fundamental que as escolas brasileiras apliquem o conceito de igualdade de gênero nos esportes, através da disciplina de educação física, a fim de mais inclusão e democracia nas atividades. Ademais femininos, por meio de campeonatos em estados e municípios, com intuito de anular a descriminação fixada. Dessarte, que não transcorra o ocorrido na música jogadeira