A valorização do esporte feminino no Brasil.

Enviada em 22/07/2020

No Brasil, antes  da chegada dos povos colonizadores a mulher já era submissa na cultura nativa. Logo, era responsável pela procriação, cultivo e artesanato, mas, com a vinda dos povos eurocêntricos a mulher transformou-se em objeto de manuseio. Assim, mesmo no século XX a figura feminina teve prolongamentos da dificuldade de inclusão em algumas áreas, como no esporte devido ao preconceito social e o pouco investimento na mulher.

Em primeiro lugar, cabe abordar o preconceito ainda existente sobre a mulher. Por exemplo, apenas em 1941 o Conselho Nacional de Desportos regulamentou a participação de mulheres em alguns esportes.  Ademais, no século XXI a mulher é vista de maneira preconceituosa em modalidades caracterizadas “masculinas”, tais como: Futebol, lutas, corridas e musculação - esportes que acabam modificando de certo modo o fenótipo feminino. Assim, a mulher é caracterizada inferiormente com o subterfúgio de ser frágil, mesmo exercendo com excelência funções antes destinadas aos homens.

Além disso, existe o baixo incentivo e investimento no esporte feminino. Em síntese, menos de 1% do investimento é direcionado para Seleções femininas, principalmente o futebol (MidiaNinja). De acordo com a coordenadora de futebol feminino Nina De Abreu, os departamentos não valorizam tanto a mulher no esporte quanto os homens, que são inseridos desde pequenos e possuem a infraestrutura que necessitarem, tendo todos os gastos patrocinados.

Dessarte, é de extrema importância que o Governo direcione verbas para o Ministério do Esporte (ME), com o objetivo de investir e incentivar a participação da mulher no esporte. Demais, incluindo o público feminino desde a educação básica ao mundo esportivo, investindo também no Marketing de práticas esportivas para as mulheres, mostrando os benefícios à saúde.  Ainda mais, as redes sociais podem ser utilizadas como meio de transmitir informações.