A valorização do esporte feminino no Brasil.
Enviada em 17/07/2020
Segundo a constituição brasileira, no seu artigo 217, descreve que o Estado tem o dever de incentivar o esporte com o desígnio de promover a inclusão social para ambos os gêneros. Embora, a participação da mulher no esporte é marginalizada no âmbito social e profissional, com isso, ocorre a descaracterização da figura feminina. Diante disso, é de suma importância a representação delas nos esportes com intuito de descontruir o julgamento pré-estabelecido pela sociedade brasileira. Ademais, vale ressaltar, o engendramento da figura feminina no esporte é uma passagem relevante para o empoderamento delas no campo social e político.
Em primeiro analise, é indiscutível, não se pronunciar sobre o engendramento da mulher no meio profissional. Consoante, Émile Durkein, na sua teoria- coercitividade-, em que a sociedade é coagida a se comportar de acordo com parâmetro pré-estabelecidos, isto é, a prática de esporte é uma modalidade estipulada para o gênero masculino, de fato, a mulher é descaracterizada na prática desses tipos de atividades. Diante desse exposto, essa mentalidade preconiza a desvalorização da mulher nos esportes, visto que, as instituições que financiam a inclusão dessas modalidades, de tal forma que, reverberar para custeio do esporte masculino. Com isso, há carência de instituições que patrocinam o esporte feminino no Brasil, devido, ao contexto histórico e cultural impostos pela sociedade brasileira.
A partir desse ponto, é inquestionável, não elucidar o empoderamento da mulher no meio social e politico. Segundo, a Judoca Rafaela Silva, ao conquistar uma medalha de ouro nas olímpicas mundiais, no Rio de Janeiro, trouxe para eixo social a valorização da mulher no campo esportivo. Apesar de que, essa autonomia ainda é vista de forma desconfigurada no meio político, ainda que, existem vestígios de uma mentalidade patriarcal no dias atuais. Nesse sentido, é preciso enaltecer a imagem da mulher e reconhecer que elas gozam dos mesmo direitos constitucionais de um cidadão brasileiro, o princípio da equidade.
Nesse interim, por certo, a figura da mulher no esporte refletem a emancipação dela no campo social e político, uma vez que, ocorrem a remodelação na percepção dos conhecimentos pré-determinado pelo indivíduo. Diante disso, o Governo Federal junto com as parcerias de instituições, devem subsidiar as equipes esportivas feminina, por meio, de patrocínios, de modo, promover equidade no campo profissional. Além disso, cabe ao Ministério da Educação, tem o papel de investir na criação de equipes femininas, por meio, de encorajamento da participação feminina, diante disso, tem como esfera, o engajamento da autonomia da mulher no esporte.