A valorização do esporte feminino no Brasil.
Enviada em 18/07/2020
No filme “Capitão Fantástico”, é retratada a história de Ben Cash, um pai viúvo cria seis filhos na floresta, longe da civilização e das influências negativas da sociedade. Porém, há um momento de ruptura em que os filhos desejam conhecer a cidade para poder ter participar do esporte feminino. Infelizmente, essa situação não se resume às telas, sendo a realidade de vários brasileiros que têm ter mais valorização no esporte feminino.
É notório que o Atlético, que retomou o futebol feminino depois de sete anos, iniciou o projeto em parceria com o Prointer, time sediado na Barragem Santa Lúcia, na capital mineira. Com isso, 25 atletas amadoras passaram a treinar regularmente, a frequentar academia e ter orientação nutricional, entre outros benefícios que eram inimagináveis. As garotas passaram a fazer suas atividades na Cidade do Galo, assim como a equipe masculina. Em princípio, cabe analisar o conceito do sociólogo Émile Durkheim, em que “É preciso sentir a necessidade da experiência, da observação, ou seja, a necessidade de sair de próprios para aceder à escola das coisas, se as querer conhecer e compreender.”
Entretanto, a Constituição Federal de 1988 diz que tem que ter maior dignidade humana. Dessa maneira, O ano de 2019 foi muito importante para a divulgação e também para algumas ações de desenvolvimento do futebol feminino no Brasil. Com o intuito de cumprir as determinações da Conmebol e da Fifa, os clubes que disputam a Série A do Campeonato Brasileiro que ainda não possuíam times femininos tiveram que formar equipes para seguir disputando as competições promovidas pela CBF – casos de Atlético e Cruzeiro.
Portanto, será necessário valorizar o esporte feminino, aqui no Brasil. Logo, é necessário que o Governo, valorize e invista no futebol feminino, com isso, as mulheres possa ter um futuro melhor no lado do esporte. Desse modo, a problemática da valorização do esporte feminino no Brasil poderá ser absoluta na sociedade brasileira.