A valorização do esporte feminino no Brasil.

Enviada em 20/07/2020

Os Jogos Olímpicos, tradição que surgiu na Grécia Antiga por volta do século VIII aC com a intenção de entretenimento para os deuses, é a maior representação do esporte no mundo. Contudo, no Brasil Contemporâneo, há uma desvalorização do esporte feminino no país devido ao preconceito enraizado na sociedade e a falta de investimentos nesse meio corroboram com tal problema.

Em primeiro plano, cabe analisar a frase do cientista renomado Albert Einstein, “é mais fácil desintegrar um átomo que o preconceito”. Nessa perspectiva, faz-se fundamental que os indivíduos valorizem cada avanço da conquista feminina, uma vez que, para todos, o Brasil é o país do futebol masculino. Sob essa ótica, a visão do esporte na nação é voltada apenas as conquistas e a participação dos homens nos diversos esportes existentes atualmente, visando deixar as mulheres sem suas dignas conquistas.

Além disso, é válido ressaltar a negligência governamental ao cumprir o que está presente na Constituição Federal de 1988: “É direito de todo cidadão o acesso ao esporte/lazer…”. Dessa forma, torna-se inadmissível que as autoridades brasileiras não invistam no esporte de maneira igualitária independente de gênero. Fator esse, que traria boas conquistas para o país e se tornaria responsável pelo crescimento das mulheres nesse âmbito social tão importante na sociedade contemporânea.

Destarte, urgem medidas para resolver tal impasse. Logo, o Ministério da Educação, Esporte e Cultura - órgão do Governo Federal - deve promover com mais rigidez e cautela projetos e políticas, nas instituições de ensino, que mostrem a importância do esporte para todos, a fim de reduzir o preconceito que existe com o sexo feminino dentro das modalidades. Ademais, é de suma importância que o Poder Legislativo siga fiscalizando o cumprimento das leis presentes na Constituição com o objetivo de garantir um país estável. Assim, o esporte feminino será mais valorizado e respeitado por todos.