A valorização do esporte feminino no Brasil.

Enviada em 30/07/2020

No período da Idade Antiga, já existia a submissão da mulher pelo homem, na qual as fêmeas eram úteis apenas para procriar e criar seus filhos para a guerra, assim colocando o homem como patriarca. Diante disso, a imagem da mulher ainda é vítima de discriminação de gênero, entre elas a presença no esporte. Nesse contexto, percebe-se a configuração de um grave problema de contornos específicos, que emerge devido a má influência midiática e a insuficiência governamental, que não garante tais direitos.

Primeiramente, o silenciamento da mídia caracteriza-se como um complexo dificultador para a valorização da imagem feminina no esporte. Sob essa ótica, conforme Pierre Bourdieu, o que foi criado para ser instrumento de democracia não deve ser convertido em mecanismo de opressão. Imerso nessa logística, pode-se observa que os grandes veículos de informação não trazem á pauta aos desafios vencidos pelas mulheres ou seus direitos no universo esportivo.

De acordo com o artigo 5 da Constituição Federal de 1988, homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações. Sob esse viés, tais direitos não são garantidos na prática, uma vez que o relatório divulgado pelo ‘‘movimento é vida’’ mostra que a prática de exercícios físicos por mulheres no Brasil é de 40% inferior aos homens. Dessa forma, percebe-se uma irresponsabilidade governamental pelo fato desses benefícios não serem mantidos, porém tais garantias devem ser cuidadas em prol da valorização do espaço feminino no esporte.

Portanto, cabe ao Ministério da cidadania em parceria com o MEC, desenvolver uma campanha nas redes sociais, por meio de relatos de diversas mulheres sobre as suas dificuldades diárias apenas pelo fato de ser mulher  bem como a importância da mulher no esporte para os dias atuais. A fim de, reverte o silenciamento midiático e promover tal valorização.