A valorização do esporte feminino no Brasil.

Enviada em 25/07/2020

O documentário “Mulheres Olímpicas” de 2013, aborda sobre a busca de direitos para as mulheres participarem das Olímpiadas. Nesse contexto, observa-se que hodiernamente ainda há uma grande busca de direitos, visto que a valorização do esporte feminino é escassa na sociedade brasileira, assim, tornando o Brasil em um cenário desafiador. Desse modo, pode-se elencar a negligência governamental e o preconceito enraizado como os fatores que solidificam o impasse.

É primordial ressaltar, a princípio, a falta de cuidado e desvalorização do Estado acerca do esporte feminino. A Constituição Federal de 1988 garante isonomia como direito de todos. Nesse sentido, é notório que o Governo não assegura está garantia, já que, é evidente a falta de investimentos no esporte feminino que é um fator de exuberante relevância para a permanente desvalorização. Dessa forma, ferindo o direito, à honra, à justiça, outrossim, à democracia. Tal realidade, demonstra o quanto é de suma importância a valorização do esporte feminino pelas grandes autoridades, para que ganhem visibilidade e estrutura.

Ademais, é válido salientar que o preconceito das raízes históricas contra as mulheres é um aspecto que contribui com a dificuldade de valorização. Na Grécia Antiga, as mulheres não participavam das Olímpiadas por serem consideradas do “sexo frágil”. Nesse contexto, nota-se que o corpo social brasileiro ainda é influenciado por esta cultura machista, pois, mulheres que praticam esporte sofrem muito preconceito no cotidiano. Por consequência, consta-se uma minoria das mulheres exercendo práticas esportivas e muitas sem apoio familiar por acreditarem que esporte é para os homens. Desta maneira, sabe-se que o pensamento retrógrado dificultava a inserção das mulheres no esporte.

Infere-se, portanto, que a desvalorização do esporte feminino é um mal para a população brasileira. Posto isso, cabe ao Ministério da Cidadania investir em projetos esportivos, por meio da criação de instituições que visem valorizar atletas femininas com um esporte de alto rendimento e infraestrutura. Além disso, é dever das ONGs realizarem passeatas, por divulgação da mídia social, conscientizando aos cidadãos de que o esporte também é para mulher, a fim de diminuir o preconceito enraizado. Sendo assim, será amenizado gradativamente este fato social no Brasil.