A valorização do esporte feminino no Brasil.

Enviada em 22/07/2020

No filme “Ela é o cara”, a atriz principal tem uma enorme paixão pelo o futebol mas pelo o fato de não existir time feminino na escola, ela se passa por seu irmão gêmeo e entra no time masculino para que consiga participar do campeonato. Assim com é retratado no filme, fora das telas  o esporte feminino brasileiro é bastante subestimado e necessita ser valorizado como forma de rompimento desse preconceito.

Em 2019, foi criada um pré requisito aos times de série A de que é necessário que exista ao menos um time feminino de cada modalidade ativo. Isso, com toda a certeza contribuiu bastante com o crescimento do esporte feminino e tal visibilidade, mas de longe não está nenhum pouco próximo ao que de fato deve ser, que é justamente os times femininos representarem 50% de todos os jogos.

Dessa forma, as mulheres iriam ser muito mais vistas, quebrando assim esse tabu de que os esportes é destinado somente aos homens. Então, se os jogos femininos representassem metade de todos os jogos, automaticamente, também representaria metade de toda a audiência esportiva, o que provocaria o forte investimento nos esporte femininos, provocando inconscientemente assim a valorização de tal.

Desse modo, levando em conta os argumentos supracitados acredita-se que a valorização do esporte feminino no Brasil só acontecerá se as mulheres atletas e jogadoras ,agora escondidas, coloquem a cara para jogo. Assim, já que a inclusão social através do esporte é o principal lema do Ministério do esporte e cidadania, cabe a ele propiciar a permanência de tal inclusão. Juntamente com o poder Legislativo, o Ministério do esporte criará uma lei que obrigue à confederação nacional de esportes olímpicos destinar metade do dinheiro investido aos esportes femininos e metade aos masculinos valorizando e estimulando assim tal valorização do esporte feminino no Brasil já que agora não existira mais " o esporte" e “esporte feminino” mas sim ambos como apenas esporte, que é o que são.