A valorização do esporte feminino no Brasil.
Enviada em 29/07/2020
Segundo São Tomás de Aquino, todos os indivíduos de uma sociedade democrática possuem a mesma importância, além dos mesmos direitos e deveres. Nesse sentido, a parcela da população que mais sofre com o preconceito, a falta de acesso e a pouca valorização no esporte, são neste caso, as mulheres, que desde então vêm lutando por igualdade e espaço pessoal e profissional -esporte-. Diante disso, a sociedade e o Estado devem averiguar a tal problemática e, posteriormente, solucioná- la.
Em primeiro lugar, é necessário analisar as causas desses problemas. Sendo assim, o esporte feminino não possui o mesmo valor que o esporte masculino, devido à diversos fatores, como a falta de acesso, a de investimento e, principalmente, pelo preconceito, o qual ainda é muito presente no âmbito social mesmo após anos de luta por parte das mulheres. Paralelamente à isso, de acordo com Albert Einstein: “é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito”, visto que, as mulheres continuam sendo inferiorizadas pela população brasileira.
Em segundo lugar, é de suma importância avaliar formas de valorização igualitária em meio ao esporte feminino. Nessa perspectiva, conforme a obra “Banalização do mal”, de Hannah Arendt, aquilo que é negativo e constante se torna comum aos olhos dos indivíduos, ou seja, essa tal normalidade não deve ser mantida no círculo social, na medida que, as mulheres possuem a mesma notoriedade e os mesmos direitos que os homens, na sociedade e no esporte, sendo assim, as diferenças entre ambos devem ser exclusas.
Portanto, cabe ao Ministério da Cidadania (MC), juntamente aos cidadãos brasileiros, promover ações que tenham o objetivo de maior inclusão e valorização das mulheres no esporte, por meio de campanhas, aulas gratuitas e palestras, apresentando conceitos desenvolvidos, a fim de conscientizar a igualdade entre todos, e, assim, futuramente essa problemática acabará.