A valorização do esporte feminino no Brasil.
Enviada em 30/07/2020
No contexto social brasileiro, a valorização do esporte feminino é muitas vezes escassa. Essa cenário ainda precário e machista demonstra a necessidade de realizar ações sociais e governamentais com o fito de revalorizar o esporte feminino.
No século XIX, o fundador dos Jogos Olímpicos da Era Moderna, Barão de Coubertin, proibia a participação de mulheres, pois alegava que a vulgarização atrapalharia o esporte. Quase 170 anos depois, apesar dos avanços na modalidade esportiva feminina, como exemplo, a participação permitida de mulheres e o crescimento exponencial da mesma, ainda é tímida a valorização de tais esportes. Esse contexto demonstra o machismo atrelado ao esporte feminino, pois as mulheres que competem, seja qual for a modalidade esportiva, ainda sofrem com o preconceito por simplesmente praticarem serem mulheres e praticarem esportes.
Ademais, é insuficiente o investimento governamental quando se trata de esportes femininos. Em 2015, o futsal feminino não tinha patrocínio para participar do campeonato mundial, do qual já foi campeão 5 vezes. Tal fato aponta para a desvalorização financeira quanto aos esportes femininos, que diferente das modalidades masculinas tem patrocínios e investimentos governamentais enormes.
Dessa forma, faz-se necessário realizar ações sociais que valorizem o esporte feminino, como exemplo campeonatos gratuitos, em escolas e universidades de todas as modalidades com participação feminina, para reforçar a importância de tal valorização e do esporte feminino no contexto diário, bem como também em grandes eventos esportivos. Ainda, cabe ao Governo Federal, com apoio de grandes empresas, aplicar investimentos em esportes femininos, para fortalecer a necessidade de mulheres em todas as modalidades esportivas femininas, para que assim, o contexto social brasileiro estimule uma cultura de equidade feminina e masculina nos esportes.