A valorização do esporte feminino no Brasil.
Enviada em 23/07/2020
De acordo com um decreto-lei, de abril de 1941 do governo de Getúlio Vargas, as mulheres não deveriam praticar o futebol profissional, pois o esporte era naturalmente inviável à elas - mas não aos homens -. Nessa perspectiva, é notório que o machismo é uma chaga histórica, a qual perdura até a contemporaneidade, por isso, é importante agir em prol da benéfica valorização do esporte feminino no Brasil. Assim, dois tópicos devem ser debatidos: a visibilidade humana e a produção de renda. Dessa forma, medidas interventivas deve ser aplicadas, a fim de atenuar as desigualdades de gênero.
A priori, a figura feminina é oprimida há muito tempo, fato que provém de concepções muito equivocadas. Nesse sentido, o movimento literário naturalista pregava o determinismo às pessoas, em que as mulheres eram vistas como histéricas, cuidadoras do lar e geradoras de filhos, portanto sendo à elas privado liberdades que fogem dessa lógica. Tal contexto absurdo, é fruto do ideal fixista dos papéis de gênero em algumas culturas - incluindo a verde-amarela -, o que é doloroso para muitas pessoas. Assim, é conveniente combater a ignorância com a educação.
Por outro lado, a geração de riquezas é necessário à todas as nações incluídas no sistema capitalista. Em paralelo a isso, a “moeda energética” de uma célula é produzida pelas mitocôndrias, por conseguinte, quanto maior o número de tais organelas, mais recursos se apresentam e o poder biológico celular é aumentado, fato que ocorre em miócitos. Nessa sequência, as estruturas ativas intracelulares representam os trabalhadores, inclusive as praticantes esportivas femininas profissionais, e a unidade viva, como um todo, demonstra a economia nacional, entretanto a sociedade tende a subestimar o poder das mulheres. Esse nefasto panorama, é proveniente da falta de investimentos monetários aos indivíduos em pauta por longos períodos históricos, dessa forma os cargos “mais altos” tradicionalmente foram ocupados por homens. Por fim, o Estado deve incentivar o investimento privado em pessoas do gênero em questão.
Em suma, é relevante lutar a favor das mulheres que praticam esportes no Brasil. Por isso, o MEC (Ministério da Educação e Cultura) deve promover eventos em espaços públicos para ensinar sobre a relativização dos papéis de gênero, por intermédio do uso de recursos financeiros estatais destinados à educação. Em síntese, essas ações têm a finalidade de minimizar as diferenças sociais entre homens e mulheres: muitas oportunidades, menos machismo e uma perspectiva mais próxima do equânime entre as pessoas.