A valorização do esporte feminino no Brasil.

Enviada em 30/07/2020

No filme americano “Ela é o cara”, a protagonista, Vaiola, tem o desejo de jogar futebol, no entanto, apenas garotos podem jogar. Dessa forma, Vaiola camufla-se como um garoto, entra no time e tem papel decisivo para a vitória no jogo. Fora da ficção não há contraste com o real e o fictício, visto que, fatores como a falta de incentivo e o preconceito da sociedade influenciam na problemática em questão.

Evidencia-se a princípio, que a falta de incentivo age como fomentador desse problema. Exemplo disso, é o caso da jogadora Marta da seleção Brasileira que com 98 gols se tornou a maior artilheira da seleção, ultrapassando até mesmo Pelé. Entretanto, sofre com a carência de patrocínio, de visibilidade e apoio.

Ademais, o preconceito da sociedade apresenta-se como um grande obstáculo para a resolução desse revés. Consoante o filósofo Maquiavel “os preconceitos têm mais raízes do que princípios”. Nesse sentido, torna-se claro o impacto que o pensamento da sociedade têm sobre a participação da mulher em ambientes com representativa parte composta por homens.

Portanto, medidas são necessárias para atenuar esse impasse. Logo, concerne ao MEC, órgão responsável por gerir a educação no país, em parceria com as escolas, aumentar o incentivo da prática de esportes pelas meninas, a fim de que, a aceitação venha desde a infância e que o preconceito enraizado seja aos poucos eliminado. Desse modo, mais mulheres como a Vaiola poderão praticar o esporte que desejarem sem sofrer rejeição.