A valorização do esporte feminino no Brasil.
Enviada em 25/07/2020
Em relação a prática de esportes no Brasil, existe contraposição da extrema valorização masculina em relação a pouca visibilidade destinada as mulheres. Tal desvalorização está relacionada a antigas medidas legislativas que impediam a livre participação feminina no esporte. Por conseguinte até os dias atuais existe preconceitos, como a desigualdade de recursos financeiros oferecidos entre os gêneros.
Ao analisar o passado, sabe-se que, na época da Ditadura Militar foi proibida a prática de esportes considerados incompatíveis com a natureza feminina. Esse preconceito provêm do esteriótipo de que mulheres são frágeis, haja vista que, por muitos anos o espaço destinado ao feminino era apenas o âmbito do lar. Desse modo, permanece a tendência de não incentivar a inserção das mulheres no esporte.
Ademais, a persistente luta por igualdade de gênero não obteve muitos resultados no quesito patrocínio esportivo. Assim, tendo como exemplo a jogadora Marta, apesar de possuir reconhecimento internacional, seu rendimento financeiro não equivale ao dos futebolistas homens. Além disso, o baixo investimento interfere na pouca divulgação e por consequência, não alcança o público em excesso.
Portanto, existe evidências da necessidade de inclusão e valorização das mulheres no esporte. Por isso, cabe ao Ministério da Esporte desenvolver um projeto em conjunto com patrocinadores com o intuito de promover competições esportivas femininas. Dessa maneira, tal acordo deve incluir divulgação midiática a fim de desconstruir preconceitos enraizados na sociedade e incentivar a ida aos jogos. Logo, essas medidas serão eficazes para que aconteça igualdade de gênero no espaço esportivo.