A valorização do esporte feminino no Brasil.
Enviada em 24/07/2020
Nas sociedades Nórdicas antigas, os “Vikings” eram visto pelos outros povos como bárbaros, entretanto foram os únicos que aceitavam um papel de destaque da mulher na sociedade, já que estas participavam de guerras e rituais religiosos sagrados, vez que, isso era impossível em outras culturas. Todavia, o papel da mulher na sociedade ocidental sempre foi limitado, mais especificamente nos esportes a discrepância é maior, pois a demora da inclusão feminina e a misoginia contribuem para tal.
Em primeiro lugar, é imperativo pontuar que a baixa valorização do esporte feminino no Brasil ocorre não só aqui, mas praticamente em todo o mundo, pois o reconhecimento da mulher como um agente ativo na sociedade é fato mui recente. De forma que, grandes emissoras de TV não dão espaço para a transmissão de jogos de futebol feminino, impedindo, assim, que mais pessoas tenham acesso a esse tipo de conteúdo.
Outrossim, é perceptível uma certa falta de interesse, ou, até mesmo aversão no que concerne as conquistas das mulheres no futebol brasileiro. A jogadora Marta, por exemplo, alcançou mais gols em copas do mundo que o Pelé, esse considerado como rei pela mídia em geral, e a outra “apenas” como Marta. Isto demonstra um favorecimento de um em detrimento de outro, um machismo, infelizmente, arraigado no esporte.
Portanto, é notável a problemática de espaço para o feminino no esporte. Desta maneira, é mister que o governo imponha uma cota semanal de horas nas Tv’s para transmissão de esportes femininos igual ao do masculino, a CBF também deve estabelecer salários iguais ao masculino para as atletas da seleção feminina, assim incentivado a igualdade entre as seleções de ambos os gêneros, a partir desse panorama haverá uma valorização maior das mulheres no esporte, e assim como na sociedade Viking, as mulheres terão papeis notáveis tanto no esporte quanto na vida usual.