A valorização do esporte feminino no Brasil.

Enviada em 26/07/2020

Ao longo do processo da formação do esporte na sociedade, o pensamento sobre as mulheres apresentam problemas até os dias atuais, no ano de 1896 com a primeira edição dos jogos Olímpicos da “Era Moderna” por iniciativa do Barão de Coubertin, apenas homens participava. Embora anos depois tenha se diversificado para ambos os gêneros, nota-se, na contemporaneidade, a sua predominância cultural, em razão da elitização aos mais favorecidos.

Em primeiro lugar, evidencia-se, por parte das classes mais elitizada o predomínio nas práticas esportivas, isso devido aspectos econômicos e históricos, levando em consideração os equipamentos necessários para sua prática, que são encontrados em centros urbanos em lojas sofisticas e caras, torna-se ainda mais complexa sua acessibilidade aos equipamentos para iniciar sua prática, tornando assim, burocrático em comparação daqueles que moram em regiões afastadas dos centros, com infraestrutura insuficiente para uma iniciação adequada em mercê aos mais favorecidos.

Ademais, nota-se também durante a pré-história a divisão de atividades entre homens e mulheres, criando-se assim um estereótipo classificatório, que levam para graves consequências, acarretando para o retardo de um local diversificado, deixando uma pequena parcela das mulheres em meio aos demais, tornando esses ambientes mais centralizado, por fatores históricos culturais.

Portanto, é mister que o Estado tome providências para superar o quadro atual, levando é consideração as demais diversificadas situações que se encontra na sociedade nos dias atuais, vale criar iniciativas educacionais dentro das escolas por meio do esporte para tornar o acesso da mulher desde muito cedo, assim desconstruirá a centralização cultural predominante por fatos históricos. Assim, haverá um ambiente estável que colabore com acessibilidade geral do esporte do país.