A valorização do esporte feminino no Brasil.

Enviada em 27/07/2020

A Declaração dos Direitos Humanos promulgado pela Organização dos Direito Humanos (ONU),propõe a igualdade de gênero .Entretanto,tal igualdade não é vista na prática,principalmente no mundo do esporte.A cultura machista enraizada na sociedade torna evidente a desigualdade de gênero e  a desvalorização das mulheres no esporte.

A priori,vale ressaltar que desde a Grécia Antiga,a mulher é vista como “sexo frágil” ,sempre associada como uma figura maternal e doméstica.Contudo,em pleno século XXI,muitos ainda não respeitam e duvidam da capacidade das mulheres de praticarem um esporte ,que são geralmente exercidos por homens,justamente pelo fato das mulheres não terem incentivo e nem abertura para exercer a prática.Portanto,fica claro que a inferiorização da mulher não é algo recente e é um tabu que precisa ser quebrado.

A posteriori,vale ressaltar algumas consequências dessas desigualdades.A incredibilidade que a sociedade aponta as mulheres ,as afeta diretamente.Ademais,a falta de incentivo por parte dos patrocinadores e da mídia,por exemplo,também dificulta a quebra desta barreira entre as mulheres e o esporte.Em 2019,a jogadora brasileira Marta entrou em campo com chuteiras sem patrocínio,para protestar contra a desigualdade,onde os homens recebem mais apoio e visibilidade do que as mulheres.Desse modo,fica visível a diferença com que as mulheres são submetidas no esporte se comparadas aos homens.

Assim,medidas são necessárias para resolver este impasse.A fim de diminuir a marginalização das mulheres nas práticas esportivas,é preciso que  o Ministério de Educação juntamente com o Ministério da Cidadania , promova atividades nas escolas que integrem ambos os sexos,a fim de desconstruir a ideia de que o esporte é só para homens.Além disso,também é necessário     que a mídia veicule mais informações sobre o esporte feminino,a fim de dar a visibilidade que as esportistas merecem.