A valorização do esporte feminino no Brasil.
Enviada em 27/07/2020
Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos propõe a igualdade de gênero. Conquanto, a desvalorização do esporte feminino no Brasil impossibilita que essa parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para que a sociedade integrada seja alcançada.
A educação é o fator principal no desenvolvimento de um país. Hodiernamente, ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino que garante o fácil acesso e influencia a prática de atividades esportivas femininas. Contudo, a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é claramente refletido na desvalorização no esporte feminino. Sendo assim é inadmissível que as autoridades não incentivam as mulheres a praticarem esportes e tratem como segundo plano aquelas o fazem.
Outrossim, destaca-se o machismo implantado na sociedade como impulsionador do problema. De acordo com Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, sendo assim a desigualdade de gênero no mundo esportivo é um fruto de uma sociedade machista, onde a maioria da sociedade julga o esporte como algo só para homens, pois eles não são um “sexo frágil” como as mulheres, e com esse tipo de preconceito fica cada vez mais difícil a valorização do esporte feminino.
Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação social e governamental que visem a construção de um mundo melhor. Dessa maneira, o governo federal juntamente com o ministerio da educação deve promover aulas especificas para o esporte, principalmente o esporte feminino, para que venham incentivar as meninas a praticarem esporte cada vez mais. Com isso, a mídia precisa fazer seu papel, divulgando propagandas nas redes sociais com intuito de tirar esse preconceito da sociedade, que o esporte é o mesmo independente do genero que o
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