A valorização do esporte feminino no Brasil.

Enviada em 28/07/2020

Em 1948, foi promulgada pela Organização das Nações Unidas (ONU) a Declaração Universal dos Direitos Humanos que propõe igualdade de gênero como um dos direitos básicos. Porém, a participação feminina no esporte ainda não é valoriza no Brasil. Isso é evidenciado pela cultura patriarcal inserido no país e pelo descaso da mídia.

Primeiramente, é necessário abordar que a sociedade brasileira possui uma cultura patriarcalista, na qual o homem é o principal protagonista. Com isso, os esportistas mais prestigiados são os masculinos. Um exemplo disso é a jogadora Marta que foi eleita cinco vezes a melhor jogadora do mundo e jogadores homens com menos eleitos como por exemplo Ronaldo ‘‘Fenômeno’’  que foi eleito três vezes melhor do mundo tem um papel de destaque muito maior, e ainda conseguia mais patrocinadores que a jogadora mais eleita do Brasil.

Ademais, é válido ressaltar ainda que o esporte feminino também é negligenciado pela mídia, visto que após 7 edições da Copa do Mundo feminina de futebol foi televisionado apenas uma vez , em 2019, pela Rede Globo. Além disso, muitos dos campeonatos praticados por esse gênero não é transmitido por nenhuma emissora. Dessa forma, o menosprezo da mídia faz com que o esporte feminino não ganhe visibilidade nem patrocinadores, nem da sociedade, porque não tem contato com esses campeonatos.

Enfim, diante dessa problemática, é necessário que o Governo dê subsidio por meio da isenção de impostos para emissoras que transmita os jogos e campeonatos esportivos feminino. E ainda incentive a população a assistir os jogos por intermédio de propagandas que enlaçam a participação de  mulheres no espaço esportivo em horários nobres para atingir a maior parte da população. Assim, é possível que amenize o machismo estrutural enraizado no país, e ainda,  valorize o esporte praticado por todos os gêneros, sem desigualdade como propostopela ONU.