A valorização do esporte feminino no Brasil.
Enviada em 27/07/2020
Ao analisar os fatos, a participação feminil em diversas demandas sociais como: política, esportes, industria de artistas…é muito pouca. Mas não porque elas querem, e sim pela sociedade carregar consigo o sistema patriarcal. No decorrer dos últimos séculos, diversas mudanças no esporte feminino ocorreram em virtude das lutas deste público.
Por exemplo, durante o período conhecido como “estado novo”, governado por Getúlio Vargas, época a qual o futebol já era conhecido como algo profissional, mulheres foram proibidas de praticá-lo, tendo como justificativa “não ser de sua natureza”. Apenas em 1979 o esporte foi legalizado ao público feminino, com sua primeira copa mundial em 1991.
Quando se fala da idade antiga, já nas primeiras olimpíadas as mulheres eram postergadas; logo, pode-se dizer que o séc. XX fora o começo de todas as revoluções feitas por elas, a fins de ganhar mais visibilidade e valorização. Por exemplo, no último ano a seleção brasileira venceu a Copa América de Futebol Feminino no Chile, a sétima conquista da competição, garantindo o lugar do Brasil nas olimpíadas de 2020.
Todavia, o sexo feminino sempre foi visto como algo frágil, fraco e soberbo, ganhando, por séculos, apenas ordens e proibições. Ainda que hoje haja uma diminuição de tais associações, ideias como “o esporte feminino é mais chato e desinteressante” ou “isso é coisa de homem” são presentes com mais frequência.
Portanto, faz-se necessário que o público feminino ganhe mais espaço dentro do mundo do esporte, uma vez que já foram restringidas por séculos de tais atividades, por meio de divulgações nos meios de comunicação aumento de patrocinadores (tanto o próprio estado como também grandes marcas) e maior contato com as pessoas as quais acompanham o esporte, como, por exemplo, o interrompimento de propagandas em que a mulher é sexualizada, para uma a qual divulga seu trabalho com sua verdadeira essência, logo, os dois primeiros fatos citados consequentemente resultam em uma maior audiência à minoria.