A valorização do esporte feminino no Brasil.
Enviada em 27/07/2020
De acordo com o romancista irlandês George Bernard, o progresso é impossível sem mudança; e aqueles que não conseguem mudar suas ideias e ações não evoluem. Nesse hiato, este pensamento, embora correto, não é concretizado no hodierno cenário brasileiro, pois, a valorização do esporte feminino no Brasil carece de mudanças, já que contribui para o desenvolvimento da sociedade. Isso ocorre, ora pela hesitação governamental, ora pelo despreparo civil sobre esse contexto. Dessa maneira, torna-se fundamental a discussão desses aspectos, a fim do pleno funcionamento da sociedade.
Mormente, é importante salientar o absentismo governamental para um maior incentivo ao esporte feminino no Brasil. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Tal fato reflete, não só nos escassos investimentos para maior valorização dos profissionais da área atlética, do gênero feminino, como também na falta de aplicabilidade estatal em programas sócio-esportivos e infraestrutura de base, medidas essas que combateriam a desvalorização da mulher no esporte e tornariam o ambiente comunitário mais eufônico.
Ademais, outro ponto relevante nessa temática é o despreparo civil acerca de um melhor apoio ao esporte feminino, pois, não houve instrução na íntegra, tornando-se antipática a luta por mudanças. De acordo com o educador Paulo Freire, o conhecimento educacional sozinho não transforma a sociedade, sem ele tampouco a sociedade muda. Isto é, ressaltam tanto a importância da resplandecência de um senso crítico civil, quanto a base de um aprendizado educacional analítico sobre como apoiar e lutar pela igualdade no esporte, competências essas que seriam imprescindíveis para contrapor o impasse e minimizar as mazelas e despreparo social sobre esse contexto. Desse modo, uma mudança nos preceitos sociais será importante para resolver os danos.
Depreende-se, portanto, novas medidas para a valorização do esporte feminino no Brasil. Destarte, o Estado, aliado às prefeituras municipais, por meio de verbas governamentais, deve promover não apenas campanhas educacionais para instrução, capacitação e aprendizado dos cidadãos a respeito do apoio e luta por direitos igualitários no esporte, como também palestras e programas sociais em centros culturais das cidades, destinados ao público, com materiais de apoio gratuito, participação remunerada de profissionais da área atlética e representantes do governo legislativo, em virtude de uma melhor assistência estatal, a fim de englobar todos à etiologia e minimizar toda e qualquer inadimplência. Somente assim, buscar o tão sonhado progresso de George B.