A valorização do esporte feminino no Brasil.
Enviada em 28/07/2020
Promulgada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos propõe a igualdade entre os gêneros. Conquanto, a participação feminina no esporte é uma problemática. Isso se evidência não só na falta de investimentos, por parte do Estado, como também na no preconceito ainda existente.
Inicialmente, é importante compreender que esta previsto na Constituição Federal de 1988, que homens e mulheres tem a mesma igualdade. Infelizmente essa igualdade não se encontra dentro do esporte visto que, o Estado, invente a mais em esportes masculinos. Dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), em 2016, apontam que 65% das verbas governamentais destinadas a esportes masculinos. Sendo assim, os esportes praticados por mulheres ficam em segundo plano e a igualdade entre homens e mulheres fica distante e inalcançável no país.
De outra parte, o preconceito é um fator estarrecedor, posto que o machismo ainda se faz presente na sociedade. Convém lembrar que na Grécia Antiga, o fato da mulher ser considerada “sexo frágil”, enquanto os esportes seriam para os para os fortes, ainda reflete na sociedade. Consoante ao físico do século XX, Albert Einstein, “é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito”.
Compreende-se, portanto, que medidas são necessárias para resolver o impasse. Urge que o Estado, adjunto com o Ministério da Educação, Esportes e Cultura - haja vista o seu dever de assegurar uma educação qualificada para todos -, planejar e desenvolver políticas públicas que estimule e encoraje crianças e jovens a realizarem desportes e por meio das escolas e da mídia promover uma valorização e escassear o rebaixamento dessa camada. Dessa forma, poder-se-á aproximar-se da Declaração dos Direitos Humanos, e por conseguinte, salvaguardar os privilégios estabelecidos. Dessa forma, poder-se-á aproximar-se da Declaração dos Direitos Humanos, e por conseguinte, salvaguardar os privilégios estabelecidos.