A valorização do esporte feminino no Brasil.

Enviada em 28/07/2020

O esporte figura como a prática de métodos individuais ou coletivos, os quais funcionam à base de exercícios físicos e que podem ter intuito recreativo ou de manutenção corpórea. É evidente o crescimento da participação feminina nesse âmbito, porém, ainda não há garantia de que tal gênero possa conviver sem o preconceito social. Assim, a discriminação de gênero surge a partir da origem patriarcal histórica aliada à cultura machista vigente.

Diante desse contexto, a denominada “Pré-História”, pelos historiadores, demonstra a atuação de uma sociedade patriarcal, isto é, aquela a qual a figura masculina da família possui “voz” sobre todos os outros componentes. Nessa perspectiva, nota-se a desigualdade imposta sobre as mulheres e demonstra uma associação de papéis relacionados ao sexo, uma vez que acreditam que, pela delicadeza, são incapazes de realizar ações que envolvem força ou remuneração, como os esportes, futebol, vôlei, basquete e outras modalidades. Dessa forma, mesmo na Modernidade, práticas preconceituosas ainda persistem, concretiza-se tal pensamento pelos cartoons, os quais expõem a Era Antiga de modo pejorativo, uma vez que o personagem masculino carrega sua esposa pelos cabelos e ela não se ofende.

Outrossim, no século XIX surgiu, no Brasil, o “Feminismo”, conjunto de lutas que visam a igualdade entre homens e mulheres no país. Entretanto, esse sistema não se opõe ao machismo, uma vez que desenvolve uma política redirecionada a uniformidade jurídica dos gêneros existentes, enquanto o machismo se caracteriza pela intolerância quanto a figura da mulher em atividades diversas. Diante desse quadro, vive-se, no momento presente, numa sociedade machista e medíocre, a qual o salário e o valor dado às mulheres são relativamente baixos pelo seu gênero. Assim, percebe-se a inferioridade desenvolvida coletivamente, desde o momento em que uma jogadora de futebol ultrapassa o hanking do homem considerado o melhor nessa modalidade e acaba não recebendo o conhecimento merecido por ela.

Portanto, medidas são necessárias para aprimorar a valorização no que tange a participação feminina nos esportes. Para isso, o Governo Federal, ente responsável pelo bem-estar da nação, deve proporcionar palestras de incentivo a realização dos exercícios esportivos pelas moças, por meio do Ministério da Cidadania, a fim de encorajá-las a tais atuações. Ademais, o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos precisa adicionar um mecanismo de proteção e reconhecimento feminino nas modalidades culturais, por meio da sociedade, para promulgar a importância dessas. Dessarte, com tais tarefas em ação, o Brasil poderá se tornar um país harmônico e democrático.