A valorização do esporte feminino no Brasil.

Enviada em 29/07/2020

Funcionando conforme a 1° lei de Newton, a lei da inércia, a qual afirma que um corpo tende a permanecer no seu movimento até que uma força suficiente atue sobre ele mudando de percurso, em 1948 a ONU- Organizações das Nações Unidas- decretou como um dos fundamentos principais a igualdade de gênero, sendo uma problemática a presença feminina nos esportes, pela falta de recursos e o preconceito enraizado na população.

De  início é válido destacar que o esporte teve origem na Grécia Antiga, sendo homenagem aos deuses, principalmente a Zeus (Deus dos deuses), e só homens participavam por serem denominados “fortes”. O preconceito às mulheres já existia nesssa época a qual eram consideradas como “sexo frágil”. De acordo com o físico Albert Einstein: “É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito”, sendo fundamental o reconhecimento de cada avanço na sociedade feminina da atualidade.

Outrossim, a Constituição Federal estabelece que o esporte é um direito de todos, sendo necessário que o governo garanta fácil acesso para todos sem a exclusão da população feminina, investindo renda suficiente para que acabe com a desigualdade de gênero. Ademais, o esporte é benéfico para contrariar vários males como obesidade, depressão, ansiedade, estimula a atividade cognitiva, entre outras coisas.

Por todos esses aspectos, é necessário que o governo invista em projetos sociais das cidades, seja da prefeitura ou de outros grupos. É preciso dar uma melhor insfraestrutura para as escolas para a área do educador físico com variedades que possam interessar as meninas. O poder midiático pode mostrar os benefícios do esportes e incentivar o público feminino na prática do mesmo.