A valorização do esporte feminino no Brasil.
Enviada em 29/07/2020
Segundo a ONU, Organização das Nações Unidas, todo cidadão, seja ele homem ou mulher, tem direitos iguais perante a lei. Entretanto, é notório que, ainda nos dias atuais, não há a jurisdição desse fato, haja vista que a desvalorização do esporte feminino ainda está enraizado na população brasileira. Portanto, faz se necessário um olhar de enfrentamento acerca da problemática.
Em primeiro plano, vale destacar a ineficiência do poder público diante à implantação e inclusão do esporte feminino nas escolas brasileira. O filme norte americano “Ela é o Cara” retrata ficcionalmente a história de uma menina que vai em busca dos seus direitos acerca da participação e inclusão da população feminina nos esportes escolares. Consoante com o tema abordado no filme, é indubitável que tal problemática perpetua ainda nas escolas brasileiras, dificultando o acesso por parte da população feminina ao esporte e, por conseguinte, a sua valorização.
Em segundo análise, vale destacar a falta de representatividade que a desvalorização do esporte feminino traz a sociedade. Segundo a Folha Uou, em 2016, cerca de somente 6% das mulheres participaram das provas mistas das Olimpíadas. Diante disso, evidência se o baixo percentual da atuação feminina em campeonatos esportivos, que consequentemente, gera sentimentos de falta de representação para tanto as meninas que querem seguir o rumo da ginasticas e esportes presentes nas Olimpíadas, quanto para a população feminina como um todo.
Dessa forma, faz se mister medidas que, com efeito, efetivem a valorização do esporte feminino no Brasil. O Ministério da Educação, junto com o Ministério da cidadania devem promover ações e palestras de cunho inclusivo, por meio de currículos escolares que incentivem a população feminina a praticar e conhecer a arte dos esportes nas escolas públicas brasileiras, a fim de que não somente as meninas, mas toda a população passe a valorizar a participação feminina nos esportes. Assim, haverá de fato a igualdade de direitos na sociedade atual como presume a ONU.