A valorização do esporte feminino no Brasil.

Enviada em 30/07/2020

No filme norte-americano “Um estado de liberdade” conta a história de um grupo de pessoas lutando contra a escravidão no período da guerra civil americana. Fora da ficção, percebe-se infelizmente que a luta pela valorização do esporte feminino tem sido distanciada no solo brasileiro a muito tempo, trazendo consequências negativas. Diante disso, é relevante debater não só a ausência de visibilidade, bem como os prejuízos para a economia. logo, é necessário buscar a diminuição desses impasses.

Em primeira análise, vale salientar como o esporte feminino não é bem visto pela sociedade brasileira. De forma semelhante, no livro “Capitães da Areia” escrito pelo autor Jorge Amado, o personagem “sem pernas” é ignorado pelos seus colegas por ser um deficiente físico. Tal entrave, tragicamente ocorre não só pelo preconceito, mas também pela cultura de que a mulher deve somente cuidar do lar. Sendo assim, medidas devem ser buscadas para diminuir esse problema.

Em segunda análise, é mister destacar os prejuízos no tocante a movimentação da economia. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) existem pelo menos 13 milhões de desempregados no Brasil. Esse nefasto panorama evidencia que, empregos poderiam ser gerados em bilheterias e locais de alimentação em estádios com a valorização do esporte feminino. Portanto, providências devem ser tomadas para amenizar esse obstáculo.

Em síntese, urge que a valorização do esporte feminino deve ser tratado com mais eficácia. Para isso, o Governo Federal, em conjunto com o Ministério da Cidadania (MC), deve elaborar campanhas em redes sociais e canais de TV para incentivar a participação de mulheres no esporte - com a participação de celebridades femininas - via investimentos fiscais, com o objetivo de democratizar o esporte no território nacional. Dessa forma, o bem-estar social será alcançado gradativamente.