A valorização do esporte feminino no Brasil.

Enviada em 01/08/2020

Hodiernamente, o esporte no Brasil, conta com várias atletas femininas em suas competições internacionais e nacionais. Mas, nem sempre foi desse jeito, foram anos de lutas para as mulheres conseguirem alcançar um lugar no esporte. No entanto, apesar de os tempos serem outros, o lugar que as mulheres ocupam no esporte é desvalorizado e o descaso com as jogadoras.

Primeiramente, a desvalorização das mulheres tem sido constante  nas competições, na qual as mulheres recebem menos financeiramente do que os homens, quando recebem pelo título, exemplo disso, é que em 2016 as mulheres brasileiras foram campeãs do Grand Prix de volêi em Bangcoc, na Tailândia, realizado pela FIVE (Federação Internacional de Voleibol), na qual receberam um cheque de 200 mil dólares, cinco vezes menos que o prêmio dado entre os homens, de 1 milhão de dólares. A propósito, isso acaba acontecendo porque as autoridades desvaloriza o trabalho da mulher, mesmo elas sendo destaques nas competições. Então, mesmo as mulheres recebendo menos, elas não pararam de fazer aquilo que amam.

Outrossim, é o descaso que acontece com as atletas, alguns clubes ofertam uma boa proposta para as jogadoras, mas nem tudo acaba acontecendo como o planejado. Por exemplo, o caso da atleta de voleibol  do Curitiba Vôlei ,Ana Eliza Camargo, que relatou no  Blog do Jornal o Estado de São Paulo, no dia 21 de junho de 2020, na qual alega que teve o salário atrasado, ter sido despejada da kitnet  e além disso, o clube não ofereceu suporte quando a mesma sofreu uma lesão grave. Pois, a falta de vistorias nos clubes é precária, nenhuma entidade busca saber mais a respeito das condições das atletas.

Fica evidente, portanto, que a valorização do esporte feminina é necessária. O Ministério da Cidadania, deve criar marketing, mostrando as conquistas das mulheres no esporte, colocando esse marketing em Tv aberta, para todas as pessoas do Brasil. Dessa forma, incentivar as nossas atletas femininas.