A valorização do esporte feminino no Brasil.
Enviada em 31/07/2020
O filme “Menina de Ouro” retrata a história de Maggie Fitzgerald, uma mulher que enfrenta grandes preconceitos para conseguir realizar o sonho de se tornar uma lutadora de boxe. Fora da ficção, a realidade não se encontra tão obstante, visto que devido a uma visão ainda muito patriarcal provoca em uma forte disparidade entre diferentes gêneros no esporte e na pouca valorização do esporte feminino. Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse.
Em um primeiro plano, é de fácil percepção que, devido a uma enraizada sociedade patriarcal se leva na persistência da problemática de pouco reconhecimento feminino nesse meio. Tal pensamento machista é oriundo desde a Antiguidade, como na Grécia Antiga - período de começo das primeiras disputas esportivas - que elevava a figura masculina como a única detentora de força suficiente para realizar esportes. Dessa forma, fez gerar até os tempos atuais em uma população que pouca valoriza o esporte feminino.
Ademais, vale ressaltar que, a falta de incentivos da mulher no ambiente esportivo é um dos entraves para a permanência do quadro atual. Uma vez que são gerados poucas políticas públicas para a inclusão do gênero feminino. Segundo um estudo realizado pela Universidade de São Paulo, cerca de 40% das mulheres que praticam esportes já sofreram alguma discriminação. Logo, pode-se concluir que os paradigmas de preconceito se mantém consolidados quando não há um estímulo governamental.
Diante do exposto, torna-se demasiado necessário medidas para modificar a realidade atual. Portanto, o Estado em conjunto com o Ministério do Esporte deve,a partir dos impostos, criar núcleos esportivos, em diferentes regiões brasileiras, com uma maior inclusão do público feminino. Com o fito de gerar em uma menor desigualdade de gêneros no esporte. Desse modo, haverá a diminuição do pensamento patriarcal e assim uma maior valorização do esporte feminino.