A valorização do esporte feminino no Brasil.
Enviada em 01/08/2020
Promulgada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos propõe como um dos fundamentos principais a igualdade de gênero. Tal temática, a participação feminina no esporte é uma problemática para que isso ocorra de fato. Isso se evidencia não só pela falta de recursos públicos, como também, pelo preconceito enraizado na população.
Em primeiro lugar, vale destacar a negligencia governamental em garantir o fácil acesso e influenciar a pratica de atividades esportivas, visto que quanto menor a renda, maior a diferença de atuação do gênero. Ademais, a Constituição Federal estabelece que o esporte é um direito de todos. Sendo assim, torna-se inadmissível que as autoridades não incentivem as mulheres a praticarem exercícios e tratem como segundo plano aquelas que o fazem.
É notório, o fato de uma mulher ser considerada “frágil’, enquanto a sociedade os diga que seriam apenas para os fortes, ainda reflete muito atualmente. Consoante ao físico do seculo XX, Albert Einstein, é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito. Dessa forma, é fundamental que os indivíduos possam valorizar cada avanço que o universo feminino consiga realizar e cuide como prioridade o combate a toda intolerância para que o mundo seja melhor e incentivar jovens e crianças a participarem de esportes para assegurar uma educação qualificada para todos.
Desse modo, novos programas governamentais, atraves do Ministerio do Esporte e em parceria com clubes e patrocinadores devem incluir mais meninas e mulheres nas atividades esportivas, a fim de criar diversas novas oportunidades e vagas de formacao nas mais variadas areas do esporte brasileiro.