A valorização do esporte feminino no Brasil.
Enviada em 01/08/2020
No filme Valente, a princesa demostra interesse por arco e flecha desde criança, mas é constantemente desencorajada à pratica, por ser uma menina. Analogamente à realidade brasileira, as mulheres sofrem preconceito ao praticarem esportes. Apesar de seu baixo valor social, o numero de atletas profissionais femininos tem crescido cada vez mais, tornando-se necessário ações para inseri-las na cultura e no gosto popular dos brasileiros.
Para Confúcio, a cultura está acima da diferença de condição social, sendo o esporte visto como cultura, diferentes classes o praticam. Mas tal fato não se aplica à diferença de gênero, pois da-se ás mulheres uma educação não voltada á praticas esportivas. Quando mulheres se opõem a esses padrões são taxadas como “menos femininas” e marginalizadas.
Estudos mostram que a participação feminina nos esportes cresceu cerca de 45% em 2016, com forte tendencia de continuar crescendo nos próximos anos. Contudo a visibilidade das esportistas não tomou a proporção adequada. Obstáculos como falta de patrocínios e apoios são frequentes.
É indispensável apoiar praticas esportivas desde a infância independente do gênero, pois tal, ajuda à desconstruir o machismo e preconceito não só nos esportes, mas também na sociedade. Para isso, os grupos de telecomunicação devem apoiar e cobrir os jogos e campeonatos femininos com igual valor dado aos jogos masculinos. Tornando essa cultura transcendente de gêneros.