A valorização do esporte feminino no Brasil.

Enviada em 01/09/2020

As mulheres, assim como os cidadãos do gênero masculino são dotadas de direitos que visam o livre acesso, o lazer e o bem-estar, assim como promove a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Conquanto, as mulheres ainda sofrem com um olhar pejorativo, principalmente quando se trata de esportes ou profissões. Assim sendo, os fatores que favorecem o sexismo devem ser analisados a fim de resolver essa problemática.

Em primeiro lugar, cabe mencionar que muitas mulheres sofrem com as privações e com o olhar pejorativo da sociedade devido o “senso comum” de nossos antepassados, onde a mulher, somente, deveria ficar em casa. Isto é, a primeira edição dos Jogos Olímpicos da Era Modera foi disputada apenas por homens, pois o fundador do torneio, Barão de Coubertin, acreditava que as mulheres vulgarizariam o espetáculo esportivo.

Cabe salientar, em segundo plano, que o gênero feminino sofre com provações diariamente. Muitas atletas são questionadas com relação a sua capacidade e, muitas vezes, seu gênero é utilizado pela sociedade para relatar seus erros, a fim de dizer que foi cometido por ser uma mulher. Mesmo com todas as dificuldades, as mulheres ainda buscam pela igualdade, segundo o site Observatório Racial Futebol, em 2016, as mulheres ocuparam cerca de 45% do total de participantes dos Jogos Olímpicos, sendo um transparecer de sua capacidade, todavia, ainda continuam com participação inferior ao gênero masculino.

Infere-se, portanto, que medidas são necessárias para resolver esses problemas, sendo a visão da sociedade e a provação diária de sua capacidade. O Conselho Nacional do Esporte deve, pro meio da criação de novos centros de treinamento, para uso exclusivo do público feminino, apoiar, capacitar e proporcionar a igualdade entre os gêneros. Ademais, as famílias devem modificar seus pensamentos, com finalidade de incentivar os sonhos profissionais desde a infância, uma vez que o apoio familiar é extremamente importante para que haja sucesso. Dessa forma, o Brasil poderia superar o sexismo e a desigualdade, a fim de igualar os gêneros.