A valorização do esporte feminino no Brasil.

Enviada em 26/09/2020

A Idade Média desde de meados do século XVI, é constituída  por uma sociedade embasada nos critérios de superioridade, a exemplo, da mulher que por anos foi submissa a figura masculina. No entanto, mesmo com os feitos sociais femininos  durante décadas por maior engajamento social, na busca da ruptura do pensamento sócio histórico da sociedade o esporte feminino em pleno mundo contemporâneo, ainda é alvo de preconceitos, ofensas e machismos, fato este resultado da desvalorização da figura da mulher no esporte.

Em primeiro plano, deve-se pontuar de início que a partir das lutas constantes das mulheres em prol de direitos sociais igualitários, estas conquistaram entre outros fins a oportunidade de se engajar no esporte. Dessa forma, em concepção a cerca do avanço social do grupo feminino é pertinente trazer o posicionamento de Simone Beauvoir, na qual conceitua que não se nasce mulher, torna-se mulher. Nesse sentindo, percebe-se que a figura feminina desconjuntou padrões e pensamentos atrasados da sociedade, efetivando feitos a favor da sua postura social frente ao esporte brasileiro. A exemplo, da jogadora Marta que com 98 gols se tornou artilheira da seleção brasileira de futebol, superando Pelé considerando o rei do futebol. Portanto, essas conquistas são resultados da força feminina, que ultrapassaram uma sociedade muitas vezes promovida por preconceitos e opressões .

Em segundo plano, é preciso mencionar ainda a persistência da desvalorização  da mulher no esporte feminino. Isso porque, o poder governamental atrasou o progresso das mulheres na modalidade esportiva, posto que durante o período ditatorial do Brasil, comando por Getúlio Vargas, o Conselho Nacional de Esporte decretou por meio de lei a proibição feminina no mundo do esporte. Nessa perspectiva, observa-se o grau da falta de comprometimento do Estado perante as questões da mulher, visto que durante décadas sua inserção social foi reprimida, sofrendo ofensas e vítimas do machismo esportivo. Infelizmente, esse panorama desigual ainda é presenciado no século XXI. Desse modo é pertinente a resolução imediata da problemática.

Portanto, afim, de romper os pensamentos retrógrados da sociedade com relação a inserção feminina no esporte. Cabe ao Ministério do Esporte promover ações de incentivo a modalidade feminina, por meio de patrocínios e  vinculação em plataformas digitais dos feitos das mulheres na postura esportiva brasileira, com o intuito de fortalecer o engajamento feminino não só no esporte, mais também em qualquer área social, rompendo os preconceitos e posicionamentos machistas, tornando a figura da mulher não submissa a do homem, mais igual ao panorama masculina.