A valorização do esporte feminino no Brasil.

Enviada em 19/10/2020

A Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada pela ONU (Organização das Nações Unidas), sugere como um dos principais fundamentos a igualdade de gênero. Porém, a incorporação do esporte feminino é um desafio na qual a sociedade percorre para que essa tal igualdade aconteça. A falta de manejo e o preconceito já enraizado no país, juntamente com a cultura patriarcal, auxiliam para a desvalorização do esporte feminino e para que essa igualdade demore a chegar.

Em primeiro lugar, é necessário destacar que, no governo de Getúlio Vargas, houve o Decreto-lei 3199 de abril de 1941, onde as mulheres foram proibidas de jogarem futebol por 38 anos, na qual foi utilizada a justificativa das condições de natureza feminina. Eles acreditavam que que o cansaço físico causado pelas práticas esportivas, eram contrários à natureza das mulheres, que deveriam se empenhar nos seus afazeres domésticos. Em consequência dessa visão, a sociedade desde 1941, traz consigo pensamentos machistas e preconceituosos na qual impede as mulheres brasileiras de desfrutarem de seus direitos e de serem respeitadas, em especial, no esporte.

As mulheres são consideras ‘‘sexo frágil’’ desde a Grécia Antiga, como o próprio físico chamado Albert Einstein disse: ‘‘É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito’’. Diante dessa reflexão e dos fatos mencionados, é imprescindível que a sociedade mude seus pensamentos à respeito das mulheres, e que haja uma valorização nos avanços conquistados por elas e que seja uma prioridade o combate a toda intolerância.

Dessa forma é necessário, que o Ministério da Educação, Esporte e Cultura desenvolva projetos para estimular as crianças e jovens a realizarem esportes, e que haja uma maior atenção e inclusão das mulheres nos esportes. Também poderá ter um encorajamento por meio das mídias com o intuito de valorização do esporte feminino no Brasil.