A valorização do esporte feminino no Brasil.
Enviada em 20/10/2020
Unidades sociais humanas por muito tempo ditavam ao homem exercícios mais físicos e mulheres, atividades menos agitadas. No entanto, junto a revoluções na perspectiva da organização social brasileira, veio um aumento no interesse em esportes e modalidades físicas por grupos femininos. Interesse esse limitado pelo preconceito existe, além da preferencia que as desfavorece.
Entusiastas acostumados com o passado quase exclusivamente masculino apresentam relutância em aceitar novos times femininos, gerando um preconceito. Ao se prenderem a tendências obsoletas e rejeitar grupo novos por que fogem de sua zona de conforto, essa fatia do público limita o reconhecimento desses novos formidáveis times, além de se impedir de descobrir algo que possa vir a ser de seus interesse.
Devido a atitudes preconceituosas que desconsideram times femininos, esses grupos possuem menos reconhecimento pelo público geral, além de possuírem menos patrocinadores. A falta de reconhecimento pelo público geral e desinteresse por patrocinadores são as maiores problemáticas para coletivos femininos no mundo dos esportes.
Preconceito para/com times femininos desmotiva e dificulta sua jornada no âmbito de esporte profissionais. Visando um ambiente profissional mais aberto e atrativo a interessadas, o Governo Federal, por intermédio do Ministério do Esporte em associação com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações deve aumentar a cobertura de esportes e campeonatos femininos, além de informar a respeito de sua competência na área, demonstrando seu potencial e as afirmando como jogdoras no mesmo patamar que times masculinos.