A valorização do esporte feminino no Brasil.
Enviada em 20/10/2020
A luta pela inclusão feminina na área esportiva teve certo avanço em 1900, com a primeira participação nas Olimpíadas. Com isso, ao longo dos anos, mulheres de todo o mundo puderam praticar os mais diversos esportes, porém, a desvalorização destas nesse âmbito ainda é uma problemática presente na sociedade atual brasileira. Esse fator se evidencia não só pela falta de recursos públicos, como também pelo preconceito enraizado na população.
No que tange a escassez de recursos, é significativo destacar a negligência governamental em garantir o fácil acesso e influenciar a prática de atividades esportivas, considerando que quanto mais baixa a renda, menor a igualdade de atuação do gênero. Além disso, a Constituição Federal estabelece que o esporte é um direito de todos, por isso, é essencial que as autoridades passem a incentivar o exercício feminino e a evitar que tratem como segundo plano as que o fazem.
Consoante ao ponto de vista de São Tomás de Aquino, importante filósofo da Idade Média, todos os indivíduos de uma democracia possuem a mesma relevância, além dos mesmos direitos e deveres. Todavia, a discriminação em relação à igualdade dos gêneros é um fator que acarreta nesse quesito, visto que o machismo está enraizado no país, assim, a definição de “sexo frágil” ainda é direcionada à figura da mulher nos dias de hoje. Diante desse contexto, é fundamental a valorização de cada avanço que o universo feminino consiga promover e a priorização do combate à qualquer intolerância.
Infere-se, assim, que medidas são necessárias para a resolução do impasse mencionado. Portanto, urge que o Estado, adjunto do Ministério da Educação, Esporte e Cultura, realize um planejamento sobre projetos e políticas públicas que estimulem crianças e jovens a realizarem esportes, encorajando por meio das escolas e da mídia um embate a qualquer hostilidade, com intuito de obter uma valorização maior e escassear o rebaixamento dessa camada. Dessa forma, será possível se aproximar da Declaração dos Direitos Humanos, e com isso, salvaguardar os privilégios estabelecidos.