A valorização do esporte feminino no Brasil.

Enviada em 21/10/2020

Na mitologia grega, Ícaro após ser preso em um labirinto consegue se libertar ao construir asas, entretanto tem elas derretidas pelo sol. Analogamente, no contexto contemporâneo brasileiro, esse mito assemelha-se com as mulheres que desejam integrar-se ao esporte, mas são impedidas pela falta de valorização. Isso acontece em razão de uma cultura preconceituosa e que com isso ocasiona a desigualdade de gênero nessa área.

Primeiramente, a sociedade possui uma cultura preconceituosa em relação as mulheres no esporte. Consoante com o filósofo Michel Focault, os indivíduos são ensinados a seguirem um padrão de pensamento e que dão continuidade deste para as futuras gerações, sob essa ótica o Brasil é marcado de pessoas no passado que possuía ideologias machistas, em que as mulheres apenas tinham funções domésticas.

Por conseguinte do supracitado, as mulheres sofrem com a desigualdade de gênero nessa área. Nessa perspectiva, no artigo quinto, da Constituição Federal, estabelece que todos são iguais perante a lei, todavia dados oficiais brasileiros informam que menos da metade dos jogos olímpicos tinham a participação feminina. Dessa maneira, é notório que essa lei na prática não é efetivada, já que existe um número inferior de mulheres no esporte em relação ao homem.

Portanto, é necessária uma tomada de medidas para solucionar está problemática. Desta forma, cabe ao Governo Federal mudar esse pensamento arcaico da sociedade, por meio de palestras que debata essa temática com a população, por intermédios midiáticos, como rádio, televisão e internet, para que crie um senso crítico entre as pessoas e acabe o preconceito e assim a quantidade de mulheres no esporte aumente. Enfim, praticada essas ações as mulheres não tenham suas asas derretidas e possa continuar seu voô no esporte.