A valorização do esporte feminino no Brasil.

Enviada em 20/11/2020

No Brasil , o decreto de lei 3.199, de 14 de abril de 1941 proibia mulheres exercitar em várias categorias de desporte, no qual se passaram 40 anos para então praticar esses esportes. Nos dias atuais , essa presença tem se mostrando bastante presente, em todas as modalidades, mas apesar disso existe muitas dificuldades de patrocínio, visibilidade e até mesmo de salários baixos.

Além disso, segundo a FIFA, a primeira partida oficial entre mulheres foi disputada no dia 23 de março de 1985 ,em Crouch End, Londres, Inglaterra. Logo, no Brasil foi um pouco antes regulamentado ,mas não profissionalizado ,pois existe alguns empecilhos na hora dos contratar, na maioria das vezes é por temporada ou ajuda de custo e visibilidade é mínima.

Ademais, de acordo com a professora e pesquisadora Silvana Vilodre,´´ os esportes que tenha muito contato físico, e praticados por mulheres teve muita imposição, por acreditar que não teriam força ou pela´´feminilização´´ do corpo. No mais, a falta de patrocínios no esporte feminino, escancara essa falta de interesse das empresas e consequentemente do público em geral, que cada vez mais e principalmente no Brasil, preferem assistir os clubes masculino.

Portanto, medidas são necessárias para resolver os impasses. O Governo federal, em conjunto com empresas públicos privadas, devem propor a criação de um programa de patrocínios e visibilidade , por meio de projeto de lei entregue à câmara dos deputados. Tal programa, ajudará as modalidades femininas, a terem mais condições de permanecerem treinando e gerando mais resultados nos jogos, e mais competições serão transmitidas nas televisões. Espera-se, com essa ação o aumento da valorização do esporte feminino no Brasil.