A valorização do esporte feminino no Brasil.
Enviada em 22/07/2021
Históricamente, na Grécia Antiga o esporte era símbolo de grande importância, sendo muito prestígiado na colossal Olímpiadas. Contemporaneamente, o esporte ainda encontra sua inevitável relevância dentro da sociedade como um todo, porém apesar do século atual, ainda encontra-se uma exurberante lacuna na valorização do esporte feminino no Brasil, ora pela persistência de um preconceito remoto, ora pela insuficiência da devida visibilidade das atletas em questão. Logo, remediar tal problemática se faz imprescindível.
Pode-se compreender de início, que a persistência de um preconceito remoto tem sua matriz configurada em um machismo patriarcal. Isso se deve a anos de enraízamento nessa ideia errônea de a mulher como “sexo frágil” não poderia participar de um esporte que demanda muito esforço físico, tendo por vezes estudos cientifícos e artigos em Decreto-lei que nutrem tal pensamento. Exemplifica-se tal pensamento patriarcal na persistência histórica dos “cheers lideres” muito comum na América do Norte, sua essência está elencado no fato de que garotas não poderiam jogar os “jogos de meninos”. Desse modo, so lhe restavam torcer. Tendo em vista essas circunstâncias, encontra-se assim um dos primeiros sinais da desvalorização do esporte feminino.
Deve-se ressaltar, além disso, a percepitível insuficiência de visibilidade e pratrocínio das atletas estar totalmente veinculado a essa desvalorização feminina nos esportes. A supervalorização de jogos masculinos é visível e problemático quando relacionado aos descasos dos grandes taletos feminil existentes, como por exemplo, Marta a camisa número 10 da seleção brasileira feminina, que acumula mais gols que o clássico Pelé e possui bem menos patrocínio e incentivo que o mesmo tinha. Essa falta de valorização pode ser exemplificada no filme norte-americano " Ela é o cara", no qual a protagonista no início do filme, apesar de seu glorioso talento perde o apoio e patrocinio de seu time feminino escolar. Em vista disso, cada vez mais grandes talentos femininos acabam desistindo de seus sonhos.
Torna-se claro, portanto, a urgência de caminhos para superar a desvalorização feminina nos esportes brasileiros. Faz-se fundamental que organizações educacionais promovam palestras e projetos sobre a participação e importância de mulheres no esporte, a fim de extrair os preconceitos pré-existentes de futuras gerações. Ademais, cabe ao governo em parcerias com clubes de esportes a entrega de um decreto-lei visando um salário pré-definido bem como porcentagens ideias de patrocínios em campeonatos femininos, com o intuito de igualar o cotraste existente. Com esse intercâmbio de medidas o Brasil caminhará totalmente para a iguadade de gêneros no esporte e sua devida valorização para ambos.