A valorização do esporte feminino no Brasil.
Enviada em 11/10/2021
A Declaração Universal de Direitos Humanos prevê, em seu artigo 2°, o direito a igualdade de gênero. Conquanto, as mulheres nos esportes não são valorizadas como deveriam. Diante dessa perspectiva, faz- se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro de desvalorização e suas consequências.
Em primeiro lugar, é importante destacar que a diferença de tratamento por causa do sexo nos esportes evidência um problema social antigo. Nesse sentido, quando houve a divisão de tarefas nos tempos primitivos em a mulher cuidar dos filhos e o homem da caça e a permanencia dessa conjuntura mesmo com o avanço da sociedade é chamdo Patriarcado, ou seja, a supremacia do homem nas relações sociais. Tal situação, infelizmente, ainda é predominante e um dos exemplos e a jogadora Marta que ultrapassou o número de gols do Pelé, e mesmo assim ainda não consegue patrocínios, revelando a desigualdade de tratamento nos esportes por causa do gênero.
Consequentemente, a diferença é refletida na carreira esportiva feminina que enfrentam muitos desafios e mesmo ultrapassando os recordes masculinos, não conseguem as mesmas oportunidades. De acordo com a filósofa Djamila Ribeiro é necessário tirar uma situação da invisibilidade para que soluções sejam promovidas. Todavia, há um silenciamento da mídia que pouco fala sobre o assunto e assim ações não são tomadas. Logo, é urgente tirar essa situação da invisibilidade.
Portanto, é mister que o Estado tome providências para amenizar o quadro atual. Assim, o Ministério da Cidadania deve oferecer bolsas em escolas esportivas para meninas, por meio de um projeto de lei a ser entregue à Câmara dos Deputados. Nele deve constar a distribuição de vagas por todo país e auxilío financeiro. Espera-se com essa medida, que a desigualdade de gênero nos esportes sejam freiados no Brasil.