A valorização do esporte feminino no Brasil.
Enviada em 23/09/2021
A valorização dos esportes femininos no Brasil ainda é um tabu. No ano de 1941 existia uma lei que proíbia a prática de mulheres nos esportes, por conta “das condições da sua natureza”, a lei foi revogada em 1979, porém o futebol feminino só veio a ser devidamente regulado em 1983. Sabe-se que os problemas estão diretamente ligado ao machismo estrutural e a falta de visibilidade para as mulheres nesse requesito.
Primeiramente, é importante ressaltar que os esportes sempre foram dominados pelos homens, consequência do machismo patriarcal, onde as mulheres eram submissas aos homens e deveriam apenas cuidar da casa e dos filhos. Mesmo após todas as conquistas femininas, diversas mulheres não conseguem realizar seus desejos, por conta do preconceito. Essa situação é retratada na série “Game of Thrones”, em que a personagem Brienne é impedida de se tornar cavalheira por causa da discriminação presente na sociedade e ao fato dela ser simplesmente uma mulher.
Outro aspecto a ser abordado é a falta de visibilidade e credibilidade que elas tanto lutam para conquistar. Contudo as garotas têm mostrado seu lugar. Em 2016, a exemplo disso, 45% dos participantes das Olimpíadas eram mulheres. Embora tenham um espaço, as principais redes (MEIOS) de comunicação brasileiras (TV, rádio), só dão credibilidade ao esporte masculino, o que (,) além de causar uma falta de patrocínio às meninas, também contribuem para a pouca atenção dada à elas.
Dessa forma, cabe ao Governo Federal, órgão que rege e administra o país, em parceria com digitais influencers, fazerem campanhas e propagandas, mediante o uso das redes sociais, a fim de aumentar a conscientização para a causa e também sensibilizar a população, com o conceito de que garotas também podem praticar esportes.