A valorização do esporte feminino no Brasil.
Enviada em 13/10/2021
A Constituição Federal garante como dever do Estado o incentivo a práticas desportivas de forma igualitária entre os sexos. No entanto, essa jurisprudência é contestada, uma vez que há a problematização envolta da valorização do esporte feminino no Brasil. Inquestionavelmente, essa falha ocorre devido à insuficiência de palestras de ensino, em escolas e faculdades, voltadas para os consequentes da desvalorização da mulher no desporte e à falta de regulamentação de leis que visam extinguir a depreciação da participação feminina nesses meios.
A princípio, deve ser ressaltado que o Estado falha ao não promover debate, em instituições de ensino, sobre a importância da valorização do esporte feminino no Brasil. Indubitavelmente, modalidades de ensinança focadas no reconhecimento da relevância dos desportes para as mulheres, são necessárias, mas a falta de incentivo governamental a essas discussões acarreta a minimização dos benefícios dessa pauta. Outrossim, a carência de apoio dos órgãos legislatoriais a essa lecionação tem como seguimento o desconhecimento das massas sobre a pertinência desses debatimentos para o destaque do papel feminino no desporto. Por conseguinte, a falta de investimento governamental e da inépcia da população, o desmerecimento dessas modalidades de práticas esportivas continuarão a existir, afirmação que é exemplificada pelo G1, com a escassez de incentivos e patrocínios, e a desvalorização salarial das atletas brasileiras.
Ademais, é de conhecimento público que a exiguidade de regulamentação de leis é um dos empecilhos na busca pela valorização do esporte feminino na federação. Sob o mesmo ponto de vista, segundo o veículo de informações UOL, as diretrizes existentes, com a Constituição Federal, que garante a igualdade sexual no desenvolvimento esportivo, são uma referência, mas somente com os decretos regulamentares são determinados os detalhes de como uma norma irá agir. Visto isso, é evidente que sem a estandardização, os índices de desvalorização das mulheres nos meios desportivos irão aumentar, circunstância essa que, conforme a Plan International Brasil, acarretou a taxa de 49% de desistências esportivas devido ao descrédito e a minimização do papel feminino nesse meio.
Em suma, com a falta de palestras de ensino e o desprovimento de regulamentação de leis, urge que a Secretaria Especial do Esporte organize palestras mensais, mediante anúncios em meios de comunicação on-line, que permitirão o diálogo entre os participantes para politizar a população sobre a importância da valorização do esporte feminino. Ademais, promover assembleias públicas, em instituições de ensino, para instruir as massas sobre os resultantes do menosprezo da prática feminil de desportes, o que resultará em um país informado, com o efeito de criar cidadãos conscientes.