A valorização do esporte feminino no Brasil.

Enviada em 06/11/2021

De acordo com a ONU, é de direito humano fortalecer políticas sólidas para a promoção da igualdade de gênero. Fora das leis, no Brasil, a participação de mulheres no ramo do trabalho e no cotidiano já é uma das causas mais difíceis para se lutar, mas principalmente quando envolve mulheres no esporte, na qual segundo o relatório ´´ Movimento é vida´´, a prática de exercícios físicos pelo sexo feminino no país é 40% inferior ao sexo masculino, sendo uma comprovação do preconceito ainda enraizado na população. Desse modo, a falta de incentivo aliado com a pouca representatividade que as mulheres têm no campo esportivo é uma das problemáticas a serem abordadas.

Primordialmente, o esporte no Brasil ja é desvalorizado, ainda mais com mulheres no esporte, na qual a ocorrência se faz mais inferior. Aliado a isso, o incentivo que as meninas tem para seguir o esporte é muito baixo, visto que, na sociedade brasileira, o preconceito ainda enraizado na população é muito frequente. Logo, se não há um incentivo a essas meninas desde cedo, não haverá um interesse dessas garotas no ramo do esporte. Portanto, segundo Albert Einstein ´´ é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito´´, sendo, análogo a isso, nas comunidades brasileiras, a mulher ainda considerada como um ´´sexo frágil´´. Dessa maneira, é fundamental medidas para incentivar o avanço na mulher no meio esportivo.

Ademais, na contemporâneidade, as representatividades vista nos meios televisivos por jogadores aclamados pela sociedade é grande, tendo nomes como Neymar, Messi, Cristiano Ronaldo e vários outros. Porém, a falta de visibilidade de mulheres em setores esportivos e também de jogadoras de futebol, sendo o esporte mais visto pelos brasileiros segundo o site OGLOBO, é ainda muito pouco reprensentado. Em virtude disso, a única representante conhecida no meio esportivo feminino, é a Marta, que mesmo se tornando uma das maiores jogadoras do mundo e tendo mais gols que o Neymar, continua tendo pouca importância na sociedade, pelo fato de ser mulher. Diante disso, é indubitável que contenha mais representatividade de mulheres no esporte.

Destarte, faz-se mister medidas para atenuar na valorização da mulher nos exercícios esportivos. Por isso, urge que o Ministério da Cidadania, que é responsável pelas políticas de desenvolvimento social e esporte do governo federal, juntamente com Ministério da Educação, planejem e desenvolvam projetos e políticas públicas para desenvolver o estimulo de crianças e adolescentes à realizarem esportes, além de incentivar as meninas, por meio das escolas e das redes sociais, mulheres que participam de meios esportivos, para garantir a representatividade para a geração futura. A fim de que se haja uma maior valorização dessa camada.