A valorização do esporte feminino no Brasil.

Enviada em 03/02/2025

Na mitologia grega, Sísifo foi condenado por Zeus a rolar uma enorme pedra morro acima eternamente. Todos os dias, Sísifo atingia o topo do rochedo, contudo era vencido pela exaustão, assim a pedra retornava a base. Todavia, o que se observa na realidade contemporânea a desvalorização do esporte feminino é vencido pela exaustão dos desafios, assim como Sísifo. Esse cenário antagônico é fruto tanto da negligência do governo, quanto da lenta mudança na consciência coletiva. Por isso, torna-se imprescindível debater esses aspectos, visando o pleno funcionamento da sociedade.

Sob essa perspectiva, é essencial destacar que a desigualdade nos esportes decorre da ineficácia dos órgãos governamentais, no que tange à elaboração de estratégias que evitem tais reincidências. Conforme o filósofo Thomas Hobbes, o Estado tem o dever de assegurar o bem-estar da população. No entanto, isso não acontece no Brasil devido à omissão das autoridades, que não faz nada pela mudança por isso não geral engajamento político, deixando assim esse problema sem a atenção necessária.

Além disso, é crucial destacar o preconceito social como catalisador do problema. Segundo, Einstein:" É mais fácil romper um átomo do que um preconceito". Com base nesse raciocínio, colegas e familiares tem que ser educados a não dizer que esportes são coisas de meninos e não de me meninas, e isso aos poucos vai quebrando esse estigma.

Portanto, com o objetivo de amenizar a desigualdade de gênero nos esportes, é necessário, de forma urgente, que o Tribunal de Contas da União destine recursos que, por intermédio do Ministério dos Espotes, que serão aplicadas em projetos na escolas, por meio de educadores incentivando a prática dos esportes por meninas com intuito de mais presença femininas nos esportes . Desse modo, a realidade distanciar-se-á do mito grego e os Sísifos brasileiros vencerão o desafio de Zeus