A Violência Contra a Mulher

Enviada em 09/02/2026

Em pleno século XXI, o Brasil registrou o ápice de números de mortalidade em decorrência do feminicídio, dados que foram coletados pelo G1. O cenário vigente é alarmante, visto que as mulheres estão sofrendo por um perigo iminente contemporâneo, que se manifesta através da violência doméstica e, também, pela violência psicológica perpetuada por uma sociedade misógina.

A priori, é notório que a agressão contra as mulheres está associada à relacionamentos abusivos, pois a dependência afetiva serve, nesses casos, para silencia-la. A título de comparação, no filme, “Dormindo com o inimigo”, a personagem Laura enfrenta problemas abusivos cometidos pelo seu parceiro. Na trama, ela busca meios de escapar da violência, porém, o marido à persegue. Em suma, o material apresentado se relaciona com a realidade uma vez que a busca da vítima por ajuda é invisibilizada pelas instituições de apoio e pela sociedade.

Em segunda análise, o ódio às mulheres expresso em atitudes misóginas também é um malefício a elas, onde um grupo de indivíduos, de maioria homens, usam discursos ofensivos, já enraizados na cultura, para estereotipar a classe feminina. Diariamente, no trânsito, é notável situações de desrespeito em frases como: “Tinha que ser mulher” ou, por exemplo, “vai pilotar fogão”, tais premissas reforçam o preconceito estrutural e social contra as mulheres, a medida em que enaltecem a visão deturpada de superioridade masculina. Logo, quando o ódio é normalizado pela sociedade, a violência se torna cotidiana.

Portanto, o governo junto ao setor executivo, devem intensificar a fiscalização de situações, como as apresentadas, que violam a lei, por meio da contratação de agentes especializados para zelar pela segurança social feminina, a fim de combater as formas de violência de cunho feminino. Ademais, é importante que a ação proposta indenize o agressor, como também, sirva de objeto de conscientização sobre o assunto, devendo ser amplamente divulgado nas vias de comunicação, como mídias sociais e jornais, para que o Brasil registre o ápice de números de feminicidas na prisão.