A Violência Contra a Mulher

Enviada em 10/12/2019

Na Antiga Grécia as mulheres não eram consideradas cidadãs, e assim não podiam exercer direitos políticos junto aos homens. E só tinham a função de cuidar do lar, filhos, do marido e obedecê-lo. Nesse sentido, no que tange a violência contra mulher, percebe-se um grave problema, em virtude de que a visão de sociedade patriarcal continua atualmente, e é inegável o fato de que o machismo no corpo social brasileiro contemporâneo , está cada vez mais intrínseco e que a igualdade de gênero só existe na teoria.

Podemos ver como na série " As Telefonistas" uma protagonista sofre agressões físicas, verbais e de patrimônio pelo seu marido. Atualmente esse cenário não é diferente, a mulher é sempre vista como inferior ao homem, existe uma construção histórica, uma imagem social, que reforçada pelo machismo é uma das principais causas da violência contra à mulher. De acordo com o site G1, nos últimos 12 meses entre 2018 e 2019, 1,6 milhões de mulheres foram espancadas ou sofreram tentativa de estrangulamento no Brasil.

Portanto, destaca-se o machismo como impulsionador dessa violência. Segundo Durkheim o fato social é uma maneira coletiva de agir e pensar, dotada de exterioridade, generalidade e coercitividade. Acompanhando essa linha de pensamento, observa-se que o preconceito de gênero sendo encaixado na teoria do sociólogo, uma vez que, se uma criança vive em uma família com esse comportamentos tende a adotá-lo.

Logo, mediante dos argumentos supracitados é de suma importância que tenha a real execução da lei. O Governo deve fiscalizar as já existentes, punindo os agressores e aumentando a pena, cabe o Estado financiar palestras ministradas por psicologas em escolas e espaços públicos, e a mídia ressaltar que a violência contra a mulher é crime e que o agressor deve ser condenado. Mediante a isso, as agressões contra a mulher vão diminuir, o machismo e a inferioridade só vão continuar existindo no passado.