A Violência Contra a Mulher
Enviada em 20/04/2020
No livro “Utopia” do escritor inglês, Thomas Mores, retrata uma sociedade perfeita na qual certamente não haveria a violência contra a mulher, isso contrasta na teoria e não desejavelmente na prática e a problemática persiste intrinsecamente ligada à sociedade brasileira, seja pelo descaso governamental, seja pela falta de investimentos.
Somado a isso, pode-se perceber uma falha por parte do governo no que tange a questão da violência contra o sexo feminino é isso um problema. Porque, de acordo com a teoria do contrato social, em outras palavras, a ideia que deu origem ao Estado, já garantia de certa forma o direito a segurança a todos os cidadãos. Ademais, esse mesmo direito é garantido pela carta Magna de 1988, sendo considero como direito fundamental, a quebra no contrato social, por não cumprimento de direitos, pode e tem gerado consequências indesejadas. Assim, conclui-se que medidas devem ser tomadas para reverter esse cenário e quem sabe nos aproxima gradativamente a sociedade de “Utopia”. Diante disso, por consequência da falta de um efetivo investimento no combate a esse tipo violência, o corpo social brasileiro sofre com esse mal. Pois, segundo dados divulgados no G1, portal de noticiais, houve um aumento de 7,3% no número de feminicídios somente no ano passado, isso consequentemente tem cooperado com o aumento do número de mortes, famílias destruídas e psicológicos abalados. Além disso, de acordo com o escritor do livro cidadão de papel, Gilberto Dimenstein, os brasileiros possuem seus direitos garantidos no papel, mas não na prática, isso tem gerado tais consequências. Por fim, o direito a segurança contido na constituição deve ser colocados em prática, para que haja uma redução desta lastimável estatística.
Portanto, diante da problemática apresentada pela violência contra a mulher no Brasil e levando em consideração os aspectos, descaso governamental e falta de investimentos, apresenta-se como proposta mister que o Governo vinculado ao Tribunal de Contas da União, deve investir em segurança, por meio de verbas governamentais voltados para promoção desse direito com enfoque a mulher, também deve ser realizado campanhas em mídias contendo mensagens de repudio a tal violência, a fim de que os índices de crimes contra elas seja gradativamente erradicado, para que esse problema deixe de afeta tantas famílias, como lamentavelmente tem sido constatado nos últimos anos, haja vista que os cidadãos devem ter seus direitos atendidos, uma vez que é garantido segurança tanto pelo contrato social como pela carta Magna. Admais, se ações como essas efetivamente forem colocados em prática, como desejava Dimenstein e não apenas na constituição, isso certamente aproximará a sociedade brasileira da realidade idealizada por Mores.