A Violência Contra a Mulher

Enviada em 16/08/2020

A Lei Maria da Penha - promulgada pelo Senado Federal - prevê,em um dos seus artigos,certa proteção a mulher.Desse modo,apesar dos incontáveis benefícios,esse artigo mostra-se, muitas vezes ineficaz na prática,a qual há uma evidente violência contra a mulher.Nesse contexto,a ineficiência estatal e a naturalização de comportamentos machistas na sociedade,mostram-se,como os principais fomentadores dessa problemática.

Em uma primeira análise,pode-se destacar, a imprestabilidade do meio jurídico nas fiscalizações de leis,que visa a transformar esse cenário global,como um dos vetores tonificantes dessa situação lamentável.Por meio disso,comprova-se,de acordo com o IBGE,Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística,que, o número de casos de fúria no campo feminino reportados pelas autoridades,é baixíssimo, o qual contribui para esse fenômeno progredir .

Em uma segunda análise,é mister destacar,a normalização do machismo na sociedade,como outro fator corroborante dessa entrave.Segundo uma pesquisa realizada pela Folha de São Paulo,a cada 2 minutos,1 mulher é vítima de agressão.Isso ocorre,porque a ideologia da superioridade do gênero masculino em detrimento do feminino reflete no mundo atual.Sendo assim,as mulheres são objetificadas e vistas apenas como fonte de prazer do homem.

Portanto,para coibir tal fenômeno,é necessário que a sociedade deixe de utilizar esse padrão de submissão do masculino ao feminino, ao qual promove uma relação de inferioridade a elas e passe a aderir campanhas governamentais para incentivá-las a realizar denúncias aos atos de fúria.Outrossim,o Poder Executivo deve estabelecer não só, atenção nas leis,tais como,A Lei Maria da Penha,como também,aumentar a punição dos agressores,e,assim,garantir o pleno bem-estar social.