A Violência Contra a Mulher

Enviada em 07/10/2020

A mulher e seus direitos

Os casos de violência contra as mulheres aumentaram sucessivamente no Brasil, de acordo com os dados do “FBSP” (Fórum Brasileiro de Segurança Pública) do site G1, edição de 2019. As mortes chegaram a superar a média mundial em 74%, essa informação está associada ao ano de 2018. Isso contribuiu para que o Brasil seja o quinto país com mais violência do mundo, pois está relacionado a diversos fatores que levam para a violência em si, são eles: o desemprego, o alcoolismo, o ciúmes do parceiro e a maneira que a mulher está vestida para sair.

Os fatores citados a cima permitem que haja violências: psicológicas, físicas e sexuais. Esses três tipos de violências acontecem constantemente no país, pois há uma grande desigualdade social e econômica entre homens e mulheres, por esse motivo a maioria dos homens se julgam no direito de maltratar a mulher porque se consideram superiores a elas. Dessa forma, cometendo vários tipos de ações verbais e físicas que atingem a vítima e fazendo com que ela tenha que ter um tratamento específico com psicólogo para tentar superar o trauma vivido.

Durante o isolamento da pandemia do novo coronavírus, o número de violências contra as mulheres aumentou cerca de 45%, com base na pesquisa do site psicologiaviva, edição de junho de 2020. Isso ocorreu, pois, as mulheres se isolaram cada vez mais por causa da pandemia, e ficaram mais vulneráveis a violência dos homens. Dessa maneira, eles se acham no direito de ferir suas companheiras, porque na maioria das vezes os homens tem mais dinheiro, estão alcoolizados e por isso realizam esse tipo de ato, o ciúmes do agressor que leva muitas vezes a violência e a maneira que a mulher se veste, esse discurso foi falado pelo psicólogo Matheo Bernardino.

A Lei Maria da Penha foi criada para estabelecer os direitos plenos para as mulheres como uma forma de punição para os agressores. Dessa forma, a delegacia da mulher teria que aplicar anos de prisão para esses homens, já que eles cometeram crimes, e a partir dessa ação conforme a lei, possibilitar para a vítima medidas de proteção para sentirem-se mais seguras. Porém, isso não funciona corretamente no estado de São Paulo, pois há relatos de mulheres que foram na delegacia prestar queixa sobre a violência e a delegada não deixou ela falar tudo o que realmente aconteceu. As autoridades precisam estabelecer critérios rígidos, como uma criação de lei que faça com que as delegacias das mulheres respeitem o espaço da vítima e ouçam toda a versão dela para que possa julgar o agressor a partir da gravidade do caso.