A Violência Contra a Mulher
Enviada em 07/10/2020
A falta de direito a vida, sem violência
Nessa época que vivemos, podemos ver que muitas mulheres enfrentam algum tipo de violência. Podendo ser doméstica, familiar e de gênero. Com um número relativamente alto desses casos, na nossa sociedade, ainda se busca pela discussão desse assunto e a briga em função de direitos iguais, tal ações que são exercidas por grande parte de mulheres. Dessa maneira, a longo dos anos, cada vez mais as mulheres vão conquistando direitos que protegem seu estado de igualdade e de uma vida livre de violências.
No Brasil de acordo com a OMS(Organização Mundial da Saúde), a porcentagem de quantas mulheres já sofreram alguma violência chega a 35%, sendo parte dela feita por parceiros íntimos ou não-parceiros íntimos, que agem contra a vontade da mulher, violentando-a de forma física e/ou sexual. Assim vemos que o problema social é aparente, pois mesmo com leis que protegem o sexo feminino, como a lei Maria da Penha, a porcentagem é muito grande. Esses dados mostram o grande fardo que mulheres tenham que carregam para si, na questão de lutar por direitos mínimos e necessários para qualquer ser humano. Dados do IBGE mostram que em 2018, com 12 anos após a lei Maria da Penha entrar em vigor, apenas 2,4% dos munícipios brasileiros contavam com casas-abrigo de gestão municipal para mulheres que passaram por alguma situação de violência doméstica.
Nossa sociedade, enfrentou e continua enfrentando essa cultura, que mostra a mulher como um objeto, usando-a como publicidade, sinônimo de afazeres domésticos etc. Dessa maneira, muitas mulheres não tem voz ou se sentem oprimidas para denunciar algum assédio que sofreu ou anda sofrendo. Como diz dados levantados pelo Datafolha, onde no ano de 2018, 1,6 milhão de mulheres sofreram violências e tentativas de estrangulamento. Além disso, é visto que esses casos, tem 42% de violência doméstica, mas o segundo problema está na taxa de quantas mulheres não denunciaram o agressor, tal taxa que se resume em 52% de mulheres que não tomaram nenhuma ação contra a violência.
Por último, o problema é real e tem que ser discutido cada vez mais, afim de que a situação melhore. Assim essa causa pode ser solucionada pelo governo e escola, pois por meio de discussões e conscientização promovida pelas escolas em torno dos estudos, como também discussões nos cargos governamentais que podem levar a criação de leis, políticas-públicas e investimento na mídia, podemos mudar a realidade com o objetivo de criar um mundo mais igualitário e sem violência contra as mulheres.